Factos históricos e arquelógicos

  

Mū é o nome de um continente submerso, no Oceano Pacifico. Foi utilizado inicialmente por James Churchuward, em 1926, no seu livro “O Continente Perdido de Mu, Terra Mãe do Homem”. Nas suas viagens pela Ásia e Pacifico ouviu histórias e lendas além de visitar vários monumentos megalíticos, que formaram a base da sua teoria.

A ideia de Mū, apareceu pela primeira vez nas obras do antiquário Agustus Le Plongeon (1825-1908), um viajante e escritor que conduziu as suas próprias investigações nas ruínas maias do Yucatão. Anunciou ter traduzido antigos textos maias, os quais mostravam que estes eram uma civilização mais antiga do que as civilizações grega e egípcia, e

Le Plongeon retirou o nome de Mū da tradução que Charles Étienne Brasseur de Bourbourg fez em 1864 do chamado Codex Troano, usando o alfabeto de Landa. Brasseur concluiu que a palavra “Mū” se referia a uma terra submersa por uma catástrofe. Le Plongeon transformou-a no continente submerso do qual fugiu a Rainha Moo para o Egipto, fundando aí uma nova civilização. Os outros refúgios terão sido a América Central, surgindo assim os Maias.

Churchward afirma que a origem das civilizações egípcia, grega, indiana, de Burma, maia, e a da Ilha da Páscoa, é o Continente perdido de Mū. Símbolos de todo o mundo são usados como prova dos argumentos do autor. Há temas comuns de pássaros, a relação entre a terra e o céu, especialmente com o Sol. Churchward diz que o rei de Mū era Ra, relacionando-o com o deus egípcio do Sol - Ra, e a palavra Rapanui para Sol – ra’a.

Mū, é identificada como sendo Lemúria na trilogia “Illuminatus!”, de Robert Shea e Robert Anton Wilson, em Fads and Fallacies in the Name of Science de Martin Gardner, e no texto Mu, az emberiseg szulofoldje, do húngaro Jeno Csicsaki

O Morien Institute sugeriu que as estruturas subaquáticas localizadas nas costa de Yonaguni, Okinawa, Japão, sejam possíveis ruínas de Mū.